segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Tudo o que é novo desperta curiosidade e medo.

Na dinâmica de nossa vida, muitas de nossas ações já estão engessadas, como que concretadas, em um mesmo ciclo que dá segurança naquilo que fazemos. O que quero dizer é que tudo o que é novo, exige mudanças bruscas, arriscar-se, algumas vezes até mesmo indo na tentativa e erro até se achar um caminho correto.

Lembro-me de há pouco tempo facilitar a professores de ensino fundamental e médio uma reflexão sobre o trabalho com os jovens e também novas formas de abordarem pedagógicas em um universo juvenil marcado pela velocidade da comunicação e do conhecimento.

Espanto-me o quanto muitos professores ainda persistem em permanecer numa mesma concepção de ensino conteúdista. E ainda o quanto estes mesmos observam com espanto o quanto os jovens dessa geração estão cada vez mais conectados com as novas de comunicação pela cibercultura. O novo, se não esta preparado para concebê-lo, assusta, provoca medo.

Arriscar-se é preciso. Estar aberto às novas tendências é uma das estratégias de sobrevivência em uma sociedade volátil como a atual. Boa vontade de aprender também se faz necessário. O importante não é nada contracorrente: devemos nadar tirando proveito dela.

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